sábado, 7 de novembro de 2009

Marketing na Veia

Vantagens do MMN - Marketing Multinível

Muitas são as vantagens do MMN. Entre elas, está a possibilidade de desenvolver o seu próprio negócio, sem altos investimentos que seriam necessários em um negócio tradicional (escritório, estoque, empregados, etc.), com total independência, pois não há vínculo empregatício com a sua companhia de marketing de rede. Além disso, você pode escolher dedicar apenas algumas horas a seu negócio, ou trabalhar em tempo integral. Também os ganhos são determinados pelo seu próprio esforço, sem limite de crescimento de suas atividades e, uma vez iniciada a formação de sua rede, poderá usufruir do poder do marketing de rede gozando do benefício da renda residual, ou seja, a renda que continua a chegar, quer você esteja ou não trabalhando.
Claro que é preciso muito trabalho, seriedade e anos de dedicação contínua para construir uma rede tão grande e auto sustentável. No entanto, seguindo a orientação de seus patrocinadores que almejam seu sucesso e fazendo o trabalho certo, são pouquíssimas as outras alternativas que possam recompensar mais do que o marketing de rede. Numa comparação mais prática, numa grande empresa tradicional, só tem uma pessoa ganhando como o presidente da empresa, o próprio presidente. No marketing de rede, no entanto, existe comprovadamente empresa que tem mais de 600 pessoas ganhando como ou mais do que presidentes de grandes empresas multinacionais, sem contar milhares de outras que têm rendimentos menores, mas que poucas pessoas conseguem alcançar como assalariadas.

São várias as empresas de Marketing de Rede atuando pelo país, algumas nacionais e outras internacionais. Uma boa escolha depende da sua análise da companhia, dos dirigentes, dos produtos, do sistema de treinamento, dos ganhos, das estratégias, dos mercados internacionais e do momento propício para começar.

Para conhecer uma empresa que reúne todas estas qualidades, é importante observar se ela tem-se destacado na mídia especializada, com moderno sistema, e se é considerada a líder da revolução da terceira onda do marketing de rede.


Fonte:www.acessa.com

O Poder do Marketing de Rede

O Poder do Marketing de Red

Essencialmente, o marketing de rede é uma forma de vender produtos e serviços diretamente aos consumidores sem intermediários e sem os custos das gigantescas campanhas publicitárias, por meio de uma estrutura disposta em camadas de distribuidores independentes. Por ser um método de marketing em que estes distribuidores independentes, além de poderem vender, podem também patrocinar outros distribuidores independentes e obter comissões de vendas efetuadas por estes , cria-se uma organização de distribuidores independentes que pode multiplicar de forma exponencial as suas comissões de vendas.Além disso, estes distribuidores independentes continuam a vender e patrocinar por longo tempo mesmo que seu patrocinador resolva parar as atividades.

É preciso trabalho árduo, esforço persistente para construir uma grande organização, no entanto algumas vantagens essenciais do marketing de rede são imediatamente percebidas, não importando quão pequena ou pouco lucrativa ainda ela seja, pois já possibilita resultados significativos através de uma ação mínima.

O universo corporativo já sofreu alguns sérios reveses nas mãos dos profissionais de MMN ou Marketing Multinível, como também é conhecido o Marketing de Rede.

Em 1987, a AT&T parecia invencível, mas, apenas cinco anos depois, o poderoso monopólio tinha transferido colossais 15% de sua cota de mercado de ligações interurbanas para a MCI e a US Sprint. O que é que essas duas novatas tinham em comum? Ambas usaram o Marketing de Rede para comercializar seus serviços.

Mercado após mercado, os profissionais de MMN estão se infiltrando nas 500 maiores da Fortune. Muitas das maiores empresas multinacionais já decidiram, sem alarde, que é melhor se adaptar aos novos tempos do que remar contra a maré. A Colgate-Palmolive, a Gillette e a Coca-Cola estão entre as que lançaram programas pilotos de MMN em algumas categorias de produtos. Duas das maiores organizações de vendas diretas, a Avon e Fuller Brush, adotaram programas de Marketing de Rede depois de terem perdido muitos de seus melhores elementos para concorrentes do marketing de rede.

O Marketing de Rede está crescendo de forma tão rápida ao redor do mundo, que é impossível manter os dados atualizados. Porém, segundo Neil Offen, presidente da Direct Selling Association, que estabelece as regras de ouro nas práticas de negócios e que cuida da ética na indústria do MMN, estima que, no ano passado, as vendas do mundo atingiram US$90 bilhões, um acréscimo de 14% sobre o ano anterior, envolvendo 27 milhões de pessoas, com cerca de 350.000 pessoas tornando-se distribuidores de uma companhia de Marketing de Rede a cada semana.

Fonte: www.acessa.com

Marketing Viral

Como o marketing afeta a lucratividade?

Como o marketing afeta a lucratividade? É com essa pergunta que David Reibstein iniciou sua palestra.Uma das maiores inquietações dos empresários, segundo Reibstein, é saber o valor financeiro do marketing, preocupação esta que aumentou principalmente depois da crise de 2001, que fez com que a verba destinada ao marketing fosse reduzida ao longo dos anos.Na realidade, segundo Reibstein, a pergunta de fato é: “Qual o retorno do investimento em marketing?” Essa é a cobrança da área financeira aos diretores de marketing.Dados apresentados pelo palestrante mostram que atualmente são os ativos intangíveis e não os tangíveis, que representam a maior parte do valor de uma empresa. Uma mudança de paradigma. Mas quais seriam tais ativos intangíveis?Certamente, para Reibstein, os três principais são:- marca;- cliente;- propriedade intelectual.E são acompanhados de canais de distribuição e capital humano. Porém, percebe-se que, embora a ordem de importância possa variar de segmento para segmento, todos esses itens estão muito ligados a marketing.Isso remete a uma nova questão: “Como rastrear esses ativos?”A percepção da marca é um dos rastreadores. Mas mais uma vez, como justificar um investimento para aumentar tal percepção?Para ele, a empresa que investe em clientes futuros está investindo em ativos futuros e garante seu crescimento no longo prazo.Hoje, já não é mais possível fortalecer a marca somente com propaganda. É necessário fortalecer a experiência com o cliente, como fazem Google e Starbucks. No caso desta última, cada loja, cada xícara de café, acaba funcionando como uma propaganda da empresa.Market share e distribuiçãoQual é a relação entre market share e distribuição? Linear, crescente ou decrescente?A maioria pressupõe que é linear. Mas Reibstein afirma que não. Na realidade, o market share impulsiona distribuição e vice-versa, diz ele. À medida que as lojas diminuem, o market share aumenta. O processo é interativo.Lucratividade do CanalO palestrante também abordou esse tema, mostrando que é necessário que a empresa identifique um ponto ótimo que maximize ao mesmo tempo a lucratividade dela e do canal de distribuição, sob pena dos interesses diferentes de ambos prejudicarem a relação. Em outras palavras, Reibstein afirma que, sem essa análise, o que normalmente ocorre é que, à medida que a lucratividade do canal aumenta, a do fornecedor diminui. Trata-se do problema de dupla marginalização.Oferecer desconto por volume é uma das formas de equacionar este problema, mas isso precisa ser feito com métricas e não com base em descontos aleatórios. É preciso criar um sistema de precificação que identifique o ponto ótimo em comum para ambos os lados, baseado em desconto por volume.A mensagem finalDavid Reibstein diz que é comum as pessoas perguntarem a ele quais são as métricas que devem ter em seus “painéis de controle”. E ele responde que não há como saber, pois isso depende dos objetivos da empresa. O que ele pode afirmar é que todas essas métricas estão conectadas entre si e com outras ações da empresa.O importante é que este painel seja simples e claro, ou seja, é preciso que ele tenha um número limitado de métricas, pois informação excessiva atrapalha o processo decisório.Em suma: para entender como a lucratividade se relaciona com clientes e canais, é preciso analisar seu próprio painel e avaliar com quais métricas sua empresa deve preocupar-se em acompanhar para tomar suas decisões em marketing.
Fonte: Portal HSM On-line

terça-feira, 3 de novembro de 2009